domingo, 11 de maio de 2014

II

II

 Talvez o Sim e o Não
Não existam,
Mas como possuem
 Tanto em mim
Viajo como um cão,
Um cão como basta,
Um ponto distante no infinito que é.

Marcos geográfico,
Vida e Obra
Desses inúmeros
Nãos e Sins.
Feliz da mosca que falava,
Que por um grito de redondas falas enigmáticas
Morreu.

Sou poeta
Para confundir o âmago
E tocar na carne
Com espinho de rosa,
Num sadomasoquismo

Alucinante.

Nenhum comentário:

Postar um comentário