II
Talvez o Sim
e o Não
Não existam,
Mas como possuem
Tanto em mim
Viajo como um cão,
Um cão como basta,
Um ponto distante no infinito que é.
Marcos geográfico,
Vida e Obra
Desses inúmeros
Nãos e Sins.
Feliz da mosca que falava,
Que por um grito de redondas falas enigmáticas
Morreu.
Sou poeta
Para confundir o âmago
E tocar na carne
Com espinho de rosa,
Num sadomasoquismo
Alucinante.
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