XXIII
Subíamos
a Rua D’Abadia em bandos,
Bandos
loucos de gente lírica
Passávamos
pelo cemitério
E
enfim Santa Bárbara.
Parecia
que a vida
Iria
sempre sorrir
E
nos presentear com sóis vermelhos.
Tínhamos
sonhos
Surrealistas
Que
exasperavam qualquer realidade.
Foram
naqueles momentos,
No
paradoxo entre ilusão e impotência,
Que
nossos deuses subiram aos céus.
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