VI
Sim,
dá-me pouco.
E
por que não
Se
tudo é sempre assim?
Coroei-me
com os cipós,
De
que adiantou?
Meus
olhos continuam rubros...
Levantei-os
e vi
O
que de maior havia vivido
Em
estado de cova perpétua!
Não,
não nego as flores!
Amo-as
amo e quero perto,
Adoçam-me
os pulmões.
Porém
meus espelhos se quebraram,
Machuquei
os pés ao passar por eles
E já
não posso me esquecer...
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