XXXVII
A
noite cai,
Negra
defunta, encobrindo os jasmins
Com
o cheiro adocicado dos mortos.
Meus
cabelos anelados
Sonhavam
varandas e redes,
Eu
estaria entre os vãos dos seus pensamentos
E
sua mão
Afagaria
os parasitas da minha cabeça.
Guardo
guardadamente
O
anel que tu me deste,
Não
era de vidro
Brilha
em sentimentos prismáticos
No
interior de minha geografia.
Queria
te mostrar a serra dourada,
A
cachoeira da andorinha,
Minha
filha loura!
Insatisfeita,
Almejo
uma tarde qualquer
Em que contaremos nossos nomes.
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