XIII
Dama
da noite, a flor
A
sacerdotisa branca
Assombra
os corredores,
Cantando
sua maldição:
“Ó
sol dos meus desvarios,
Ó
meu fascinante Deus!
Por
que nunca me amaste?
Passei
a vida a desejar-te
Amei as manhãs
Porque
vinhas com elas.
Meu
obscuro homem
Se
incompreensíveis carícias,
De
tanta luz cegaste-me”
Berram
e choram as corujas,
Piam
o pio da desdita!
Chibatas
cortam o ar...
Através
de toda tortura
Escorre
o sangue sagrado,
Mil
gritos entoam no além...
É
ela o naufrago dos breus!
É
ela o asilado noturno!
É
ela, o perdido cheiro dos jasmins
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