XXXI
Abrem-se
as portas,
Os
dois cães cabisbaixos
Lambem
o rabo.
Há
no limiar da paixão,
Uma
fruta seca,
Uma
semente,
Envolvida
em doces mortalhas.
As
carícias
São
beijos frios,
Delicados,
vindos do sonho.
Faz
escuro, tão escuro,
Que
parece silêncio!
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