domingo, 11 de maio de 2014

VIII

Começarei perguntando
Qual é o preço das flores
E direi que cobram
Demais pelo carinho.

O que custava oferecê-las,
Por que deixá-las
Se secarem sós nos vasos?
Teve gente que morreu
Por falta de flor
E eu as vi secarem...

De quê adiantou
Seus olhos pedirem,
Suas mãos se levantarem?
Apenas lágrimas
 Escorreram do seu olhar.

Vi quando ele se foi,
A noite era escura...
Com seus ombros baixos

Atravessou a porta.

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